quinta-feira, 28 de maio de 2009

Autismo



O que é?

Autismo é uma desordem na qual uma criança jovem não pode desenvolver relações sociais normais, se comporta de modo compulsivo e ritualista, e geralmente não desenvolve inteligência normal.
O autismo é uma patologia diferente do retardo mental ou da lesão cerebral, embora algumas crianças com autismo também tenham essas doenças.
Sinais de autismo normalmente aparecem no primeiro ano de vida e sempre antes dos três anos de idade. A desordem é duas a quatro vezes mais comum em meninos do que em meninas.

Causas

A causa do autismo não é conhecida. Estudos de gêmeos idênticos indicam que a desordem pode ser, em parte, genética, porque tende a acontecer em ambos os gêmeos se acontecer em um. Embora a maioria dos casos não tenha nenhuma causa óbvia, alguns podem estar relacionados a uma infecção viral (por exemplo, rubéola congênita ou doença de inclusão citomegálica), fenilcetonúria (uma deficiência herdada de enzima), ou a síndrome do X frágil (uma dosagem cromossômica

Sintomas e diagnóstico

Uma criança autista prefere estar só, não forma relações pessoais íntimas, não abraça, evita contato de olho, resiste às mudanças, é excessivamente presa a objetos familiares e repete continuamente certos atos e rituais. A criança pode começar a falar depois de outras crianças da mesma idade, pode usar o idioma de um modo estranho, ou pode não conseguir - por não poder ou não querer - falar nada. Quando falamos com a criança, ela freqüentemente tem dificuldade em entender o que foi dito. Ela pode repetir as palavras que são ditas a ela (ecolalia) e inverter o uso normal de pronomes, principalmente usando o tu em vez de eu ou mim ao se referir a si própria.
Crianças autistas normalmente se saem melhor nos itens de desempenho (habilidades motoras e espaciais) do que nos itens verbais durante testes padrão de Q.I. Acredita-se que aproximadamente 70 por cento das crianças com autismo têm algum grau de retardamento mental (Q.I. menor do que 70).
Entre 20 e 40 por cento das crianças autistas, especialmente aquelas com um Q.I. abaixo de 50, começam a ter convulsões antes da adolescência.
Uma variante do autismo, às vezes chamada de desordem desenvolvimental pervasiva de início na infância ou autismo atípico, pode ter início mais tardio, até os 12 anos de idade. Assim como a criança com autismo de início precoce, a criança com autismo atípico não desenvolve relacionamentos sociais normais e freqüentemente apresenta maneirismos bizarros e padrões anormais de fala. Essas crianças também podem ter síndrome de Tourette, doença obsessivo-compulsiva ou hiperatividade.

Material estraido do ABC da saúde.


quarta-feira, 20 de maio de 2009

Inclusão


Conforme Wikipédia

Entendemos por Inclusão o acto ou efeito de incluir.

O conceito de educação inclusiva ganhou maior notoriedade a partir de 1994, com a Declaração de Salamanca. No que respeita às escolas, a ideia é de que as crianças com necessidades educativas especiais sejam incluídas em escolas de ensino regular e para isto todo o sistema regular de ensino precisa ser revisto, de modo a atender as demandas individuais de todos os estudantes. O objectivo da inclusão demonstra uma evolução da cultura ocidental, defendendo que nenhuma criança deve ser separada das outras por apresentar alguma diferença ou necessidade especial. Do ponto de vista pedagógico esta integração assume a vantagem de existir interacção entre crianças, procurando um desenvolvimento conjunto, com igualdade de oprtunidades para todos e respeito à diversidade humana e cultural. No entanto, a inclusão tem encontrado imensa dificuldade de avançar, especialmente devido a resistências por parte das escolas regulares, em se adaptarem de modo a conseguirem integrar as crianças com necessidades especiais, devido principalmente aos altos custos para se criar as condições adequadas. Além disto, alguns educadores resistem a este novo paradigma, que exige destes uma formação mais ampla e uma atuação profissional diferente da que têm experiência. Durante diversas etapas da história da educação, foram os educadores especiais que defenderam a integração de seus alunos em sistemas regulares, porém, omovimento ganhou corpo quando a educação regular passou a aceitar sua responsabilidade nesse processo, e iniciativas inclusivistas começaram a história da educação inclusiva ao redor do mundo.

sábado, 9 de maio de 2009

Entrevista



Ao realizar a entrevista solicitada pela interdisciplina Questões étinco-raciais pude perceber que os alunos entrevistados não se sentem descriminação na escola, são aceitos pelo grupo de colegas, participam das atividades e alguns colocaram sentir orgulho pela sua cor. Uma menina colocou que os negros são tão descriminados devido a sua cor e por que os brancos tomam banho de sol para ficarem "negros"? Ela é uma das entrevistadas que diz ter orgulho de sua cor.

quarta-feira, 22 de abril de 2009

O dilema do antropólogo francês



Claude Lee, antropólogo francês, vai para uma ilha de um arquipélago na Polinésia, com a missão de pesquisar os hábitos dos nativos que vivem lá. Percebe que os costumes daquele povo são bem diferentes de seus costumes franceses, mas não os julga, pois cada povo tem a sua cultura herdada de seus ancestrais. Já que a sua missão era pesquisar os hábitos cabia a ele fazer os seus relatos sem colocar o seu ponto de vista do que é certo ou errado.
Quanto à interferência, Claude Lee diz não querer interferir, mas só a sua presença já muda o comportamento dos nativos.
Em relação à crença do povo, de que todo homem de pele branca é um mensageiro dos deuses, o antropólogo não quis interferir nesta crença, mantendo os princípios daquele povo, quando confirmou que era um mensageiro, deixando-os assim vulneráveis e submissos a futuras visitas de homens brancos. Faltou com ética no momento em que mentiu. Ele poderia ter dito que ele não era um mensageiro dos deuses criando assim um conflito entre os nativos quanto a sua crença.

sábado, 18 de abril de 2009

Síndrome de Down



Realizando algumas leituras sobre pessoas portadoras de deficiência, achei interessante este artigo sobre Síndome de Down, tenho na família uma prima com síndrome e não tinha conhecimento de onde vinha o termo Down.

Mongolóide; mongol
TERMOS CORRETOS: pessoa com síndrome de Down, criança com Down, uma criança Down. As palavras mongol e mongolóide refletem o preconceito racial da comunidade científica do século 19. Em 1959, os franceses descobriram que a síndrome de Down era um acidente genético. O termo Down vem de John Langdon Down, nome do médico inglês que identificou a síndrome em 1866. “A síndrome de Down é uma das anomalias cromossômicas mais freqüentes encontradas e, apesar disso, continua envolvida em idéias errôneas... Um dos momentos mais importantes no processo de adaptação da família que tem uma criança com síndrome de Down é aquele em que o diagnóstico é comunicado aos pais, pois esse momento pode ter grande influência em sua reação posterior.” (MUSTACCHI, 2000). Consultar PROJETO DOWN (s/d).

quarta-feira, 25 de março de 2009

SALMO



Senhor, ao iniciar esta nova jornada peço a tua proteção.
Volta teus olhos para o caminho que ora vou trilhar, estendendo tua proteção sobre todos os meus passos.
Ilumina minha estrada pois, sempre que estás comigo sou forte e capaz de suportar as lições que me destinas.
Orienta as decisões que deverei tomar.
Acompanha-me e certifica-me de que estarei indo ao encontro das minhas melhores opções.
Faz com que minha jornada tenha sucesso, Senhor.
Livra-me dos perigos, dos acidentes e de qualquer situação que possa me impedir de construir minha felicidade.
Governa as minhas ações e o comportamento daqueles que podem influenciar o meu destino.
Dirige a Tua luz divina para este filho teu, que ora em fervor e é motivado pelo teu amor.
Que assim seja para sempre.