domingo, 27 de abril de 2008

Desabafo



Esta semana vou aproveitar a minha postagem para fazer um desabafo. Estou muito perdida, não estou conseguindo me organizar para realizar as minhas atividades. Estas estão se acumulando e eu me apovorando. A saída da tutora Ana Laura,parece ter me tirado o chão, é claro a VERA é uma pessoa muito atenciosa e dedicada,faz de tudo para me auxiliar, mas eu já estava acostumada com o ritmo da Ana Laura. Eu sei que cabe a mim, me adaptar ao novo, mas está sendo difícil.Com a interdisciplina de Matenática pude perceber que ainda não estou adaptada ao virtual, não consigo interagir com as minhas colegas de grupo e as atividades estão aí e eu atrapalhando o andamento do grupo.As atividades de matemática são prazerosas e divertidas, mas estou toda atrapalhada não sei por onde começar, andar e terminar. Estou muito chateada e com muita vontade de desistir,ainda pra ajudar, esta semana fui ao pólo ,no pouco tempo que tenho e ainda estava sem internet, a minha vontade foi de largar tudo e abandonar.

segunda-feira, 14 de abril de 2008

CONCEPÇÃO DE NATUREZA



Na semana passada realizei com os meus alunos de 5ª série a atividade proposta pela professor de Ciências Naturais, a mesma atividade que ele realizou conosco na primeira aula.Retirei as palavras, átomo, ácido e energia.Trabalhamos em grupo de 4 componentes, ao final deveriam selecionar o desenho mais parecido e o mais diferente.
O mais parecido, como eu já imaginava foi o coração e os mais diferentes foram célula e saudade. Houve uma grande interação do grupo, pois os alunos queriam saber por que o "fulano" havia desenhado de tal forma, se aquela não era a "correta",foram muitos questionamentos. Surgiram desenhos que não tinham nada a ver com a palavra, quer dizer pra mim não tinha, mas para eles tinha algum significado.

segunda-feira, 7 de abril de 2008

Reflexão Sobre a Defesa da Síntese


Fazer a reflexão sobre a síntese nos faz parar e pensar no que já passamos o que aprendemos, onde e como utilizamos esta aprendizagem, o que deu certo o que deu errado, o que pode ser modificado. Realizar a síntese é fazer uma avaliação, uma reflexão da nossa caminhada. É muito bom poder compartilhar aprendizados com os colegas, a troca de experiencia nos é muito útil.

Mais um Semestre


Colegas estamos começando mais um semestre, isto significa que a cada dia estamos mais próximos de concluirmos o nosso curso, 2010 ESTÁ AÍ. Ele que nos aguarde.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2007


A música AQUARELA, foi a escolhida para realizar a atividade da Interdisciplina de Música.

AQUARELA

Numa folha qualquer
Eu desenho um sol amarelo
E com cinco ou seis retas
É fácil fazer um castelo...

Corro o lápis em torno
Da mão e me dou uma luva
E se faço chover
Com dois riscos
Tenho um guarda-chuva...

Se um pinguinho de tinta
Cai num pedacinho
Azul do papel
Num instante imagino
Uma linda gaivota
A voar no céu...

Vai voando
Contornando a imensa
Curva Norte e Sul
Vou com ela
Viajando Havaí
Pequim ou Istambul
Pinto um barco a vela
Branco navegando
É tanto céu e mar
Num beijo azul...

Entre as nuvens
Vem surgindo um lindo
Avião rosa e grená
Tudo em volta colorindo
Com suas luzes a piscar...

Basta imaginar e ele está
Partindo, sereno e lindo
Se a gente quiser
Ele vai pousar...


Numa folha qualquer
Eu desenho um navio
De partida
Com alguns bons amigos
Bebendo de bem com a vida...

De uma América a outra
Eu consigo passar num segundo
Giro um simples compasso
E num círculo eu faço o mundo...

Um menino caminha
E caminhando chega no muro
E ali logo em frente
A esperar pela gente
O futuro está...



E o futuro é uma astronave
Que tentamos pilotar
Não tem tempo, nem piedade
Nem tem hora de chegar
Sem pedir licença
Muda a nossa vida
E depois convida
A rir ou chorar...

Nessa estrada não nos cabe
Conhecer ou ver o que virá
O fim dela ninguém sabe
Bem ao certo onde vai dar
Vamos todos
Numa linda passarela
De uma aquarela
Que um dia enfim
Descolorirá...

Numa folha qualquer
Eu desenho um sol amarelo
(Que descolorirá!)
E com cinco ou seis retas
É fácil fazer um castelo
(Que descolorirá!)
Giro um simples compasso
Num círculo eu faço
O mundo
(E descolorirá!)...
Toquinho

terça-feira, 27 de novembro de 2007

Festival da Música


No dia 21/11/2007 ocorreu em minha escola o 6º Festival da Música Neópolis.
Todos os anos realizamos na escola este Festival, um evento que ocorre sempre neste mês, em homenagem ao Dia da Música, 22 de Novembro , pelo sexto ano consectivo, sempre coordenado pela professora Andréa.
Neste festival, participam todas as turmas,é solicitado as professores,que pelo menos haja uma apresentação por turma. Mas isto é impossível, pois no mínimo 3 apresentações por cada turma. A maioria quer participar. Os alunos podem optar, por apresentações individuais, duplas ou grupos. Podem cantar, utilizar instrumentos musicais e fazer coreografias também, podem escolher por qualquer estilo de música, obviamente sempre orientado pelo professor da turma. Este ano tivemos a participação de um grupo de alunos da 3ª série que tocou e cantou o Hino Rio-Grandense. Foi muito lindo! Aproveitei o festival e trabalhei com os meus alunos a música "Aquarela" de Vinicius de Moraes e Toquinho.

terça-feira, 20 de novembro de 2007

SÍNTESE DO FILME

O filme Doze Homens e Uma Sentença nos transportam para dentro de uma sala de júri doze jurados, onde doze jurados são fechados em uma sala quente sem ventilador, pois estes não funcionam, comentam suas atividades cotidianas querem acabar logo com tudo aquilo, porque cada um tem seus compromissos. São esses doze jurados que irão decidir sobre a vida de um jovem que é acusado de assassinar o próprio pai.
Depois de assistirmos o filme e debatermos no grupo através do fórum da interdisciplina, para juntos construirmos os conceitos de “evidência e argumentação”, os quais serão utilizados para que possamos evidenciar nossas aprendizagens e argumentarmos sobre elas em nossas práticas em sala de aula.
Procuramos o que era evidência e encontramos que é algo incontestável e argumentação significa um raciocínio dedutivo, ou seja, uma outra maneira de analisar na qual se faz uma dedução.
O filme nos mostra as evidências de um assassinato que nos levam a crer que o jovem é o autor do crime. Essas evidências são: os gritos de eu “vou te matar” ouvidos pela vizinha do apartamento de cima , segundo ela o barulho ouvido após é de um corpo caindo, corre vai até a porta e vê um jovem descendo as escadas correndo, a vizinha que morava enfrente a casa da vítima afirma ter visto o jovem matando o pai, através da janela do seu quarto, a briga entre o pai e o filho na mesma noite do assassinato, o jovem tinha uma faca igual a que fora usada no crime, a origem humilde do jovem que já havia praticado alguns delitos, o esquecimento do filme que o acusado havia assistido na noite do crime.
Diante de tantas evidências o jurado que defendia a discussão expôs a vida do jovem como alguém que era maltratado, pobre, sem mãe desde os nove anos, o pai esteve preso por estelionato enfim era um jovem triste e revoltado com sua situação.
O jurado que defende o réu procura fortes argumentos para desfazer os indícios da responsabilidade do crime pelo o acusado.
Os gritos ouvidos da casa da vítima não poderiam ser distinguidos claramente através de paredes e também passava um trem na hora do crime, a senhora que afirma ter visto o crime pela janela usava óculos como estava dormindo não fazia uso dos mesmos conseqüentemente não teve uma boa visão do que acontecia no apartamento em frente,
A faca usada no crime, que o promotor disse ser rara ficou provada que havia nas lojas da redondeza quando a defesa tirou igual do seu bolso. A direção da facada dada na vítima não poderia ter sido desferida pelo acusado, pois era de estatura baixa.
Diante de tantos argumentos vimos que os jurados nos levam a fazer uma reflexão sobre o comportamento humano, quando são feitas as justificativas diante das argumentações fica claro os preconceitos para com o outro baseado em nas suas frustrações, emoções, e sentimentos pessoais em relação à condição do acusado.
Os argumentos usados pela defesa num ato de coragem e respeito pela vida e ao ser humano acusado, leva doze jurados a fazerem uma análise detalhada da situação em questão e reconhecem os argumentos como verdadeiros e absolvem o jovem.
O ultimo jurado reluta em absolver o jovem, por sentenciar o filho que o havia agredido, através do jovem acusado, mas sofrendo muito por ter que enfrentar as suas frustrações como pai, da ao acusado o seu voto a favor da absolvição.
O filme nos faz refletir sobre a dificuldade que temos de fazer julgamentos por olhar as questões a partir de nosso ponto de vista. Deixando nossas emoções e preconceito falarem por nós. É muito difícil nos colocarmos no lugar do outro e assim fazemos julgamentos parciais e superficiais.
Vimos o poder da argumentação na busca da verdade desvendado assim um crime que poderia levar um jovem a pena de morte.
Com as argumentações o jurado conseguiu levar os demais a refletirem, surgindo daí novo rumo para o fato levaram um a um a mudar o seu voto e por final inocentar o jovem. A sustentação da inocência do jovem foram as boas argumentações feitas que deu sustentação a absolvição. A coerência e o bom senso é o limite entre qualquer situação.